Os 3 Melhores Filmes de 2010

2010 é o terceiro ano que publico aqui no blog o que acho de melhor no ano. Esse post é sobre o que de melhor vi no cinema nesse ano que está acabando. É verdade que não fui muito esse ano ao cinema, mas o necessário para escolher os 3 que compõem essa lista.

A Rede Social fez um barulho enorme, e poderia estar nessa lista, até pela comparação que o diretor faz de Cidadão Kane – apesar de que no filme de Orson Wells, Kane tem um fim decadente, enquanto que o dono da rede social mais popular do mundo está em plena ascensão -, mas outros filmes me interessaram mais que a história de Mark Zuckerberg.

Esse post faz parte de uma série de dois post sobre o que de melhor ocorreu em 2010 no Marketing e no cinema. Ano passado eu escolhi três discos, mas esse ano nada me chamou a atenção.

A seguir os três melhores filmes de 2010:

  • A Origem

Disparado o melhor filme do ano. A Origem (Inception) poderia estar aqui sozinho. Um dos poucos filmes do ano – se não o único – a trazer algo de novo para o cinema. Espiões mercenários contratados para entrarem nos sonhos de outras pessoas, com objetivos de roubar  informações de empresas.

O personagem principal é Dom Cobb (Leonardo DiCaprio) um espião que contratado para implantar na cabeça de um herdeiro de um império empresarial a idéia de repartir o conglomerado em várias partes. Enquanto que ele, Cobb, tenta voltar para o seu país, a procura dos filhos que ficaram com os avós (o avô é Michael Caine) que teve que fugir por causa da morte da esposa – que se matou e o incriminou.

As críticas de que o filme recebeu foram boas e ruins. O site Omelete o classificou como um filme regular, sem nada de novo. Já o Estadão  colocou Christopher Nolan (diretor do filme e do Batman) como visionário: “Christopher Nolan é hoje a melhor prova de que existe vida inteligente em Hollywood“. disse o crítico.

Para quem gosta de cinema e desse tipo de filme que mexe com o subconsciente é prato cheio. Além de ser realmente um filme diferente – para melhor.

  • Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme

Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme é a continuação de Wall Street: Poder e Cobiça da década de 1980. O sufixo “O Dinheiro Nunca Dorme” é uma frase dita pelo personagem mais emblemático da série Gordon Gekko – interpretado magistralmente por Michael Douglas – no primeiro filme.

A primeira cena do filme mostra Gekko saindo da prisão após sete anos, sem ninguém para recebe-lo. O filho morreu, a mulher o deixou, e a filha o odeia. O namorado da filha de Gekko, interpretado por Shia LaBeouf conhece o sogro depois que o banco em que trabalhava quebra. Ele quer se vingar do banqueiro que fez o seu mentor se matar, e então tem a ajuda de Gekko.

Esse filme entrou na lista por ser inspirado na crise de 2007/2008. Wall Street conta como surgiu a crise, como que os rumores se espalham e como os bancos foram abandonados para serem quebrados.

O diretor do filme é Oliver Stone, que geralmente critica o sistema financeiro. Os filmes mais recentes do diretor são “W” sobre os anos George W Bush (o Bush filho) e Ao Sul da fronteira (documentário) sobre os chamados Presidentes Bolivárianos, considerados por muitos panfletário em favor de Hugo Chavez.

  • Tropa de Elite

“Um tapa na cara da sociedade”, disse um amigo sobre Tropa de Elite 2. Nem tanto eu diria. Mas esse filme tem vários méritos. Entre eles, o de ser o filme brasileiro mais visto de todos os tempos.

O famoso Capitão Nascimento volta ao BOPE, agora como Coronel, sem a mulher – que casou com um desafeto, um militante dos direitos humanos de esquerda. Se no primeiro filme foi mostrado a corrupção dentro da polícia carioca, o segundo mostra a corrupção generalizada dentro do estado do RJ, da polícia ao Governador.

Na primeira parte do filme, é contado como ele é reformado do BOPE, na retomada de um presídio após rebelião. Nessa operação, um traficante é assassinado por um policial do BOPE, que estava com o marido da ex-esposa de Nascimento. O agora Coronel é tirado do BOPE, mas a população fica a seu favor, e ele é convidado a trabalhar na inteligência da segurança pública do Rio.

Esse é um bom filme, ainda mais por ser brasileiro. Entretanto Tropa 2 tem alguns vícios do cinema nacional, entre eles o de ter sempre um narrador – no caso Nascimento. Os personagens são todos muitos simples: os bons são todos bons, e os maus são todos maus. O único complexo é o protagonista que usa de meios criminosos e escusos como atirar primeiro e perguntar depois, e fazer escutas ilegais para pegar os bandidos.

 

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Sobre grcastanho

Fiz este blog para expor minhas idéias sobre os mais variados temas, mas principalmente Marketing, Política, Economia e Artes em geral.
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