A Publicidade e a Crise

7 11 2008

Depois que estourou a crise econômica atual, várias empresas suspenderam investimentos em várias áreas. Umas postergaram a construção ou ampliação de fábricas, outras suspenderam os programas de trainee, outras cortaram investimento em propaganda e publicidade.

E como houve essa redução de investimentos, as empresas vão usar meios e ações publicitárias mais conhecidas – entenda-se TV, Rádio, Revista, Jornal, entre outros – e deixar de investir em vez de formas mais inovadoras de comunicação com o seu público.

É natural quando há uma diminuição dos recursos destinados ao marketing e propaganda que os anunciantes invistam naquilo que já deu resultados, e não arriscarem investimentos em novas mídias. Algumas agências publicaram anúncios nos principais jornais pedindo ousadia aos clientes. A F/Nasca foi a primeira com um anuncio nos principais jornais do país. Até parte da briga de Nizan e Fábio Fernandes foi por “pontos de vista diferentes.”

Mas para sair da crise forte, é preciso também ter uma marca forte. Não basta gastar rios de dinheiro em propaganda, e não ter marcas fortes. Alias, não é preciso investir em propaganda para ter marcas fortes. O Google nunca investiu um centavo em TV, jornal, rádio, revista, etc. Investiu em ações do Google Maps, e GMail, mas não nesses meios citados.

Ou seja, as empresas que quiserem chamar a atenção de seus clientes, ou potenciais clientes, vão ter que ousar.


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2 respostas

14 11 2008
A Publicidade e a Crise - Parte II « GuiC

[...] Publicidade e a Crise – Parte II 14 11 2008 Já escrevi aqui sobre a crise. Mas acho que não terminei [...]

16 11 2008
A Publicidade e a Crise - Parte III « GuiC

[...] 16 11 2008 Ainda não acabou. Para quem não leu os outros posts aqui vão os links: Parte I e Parte [...]

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