Polêmica, Eu Te Amo
A Benetton, uma das marcas italianas mais famosas nos anos 1990, volta com uma campanha bastante polêmica. Nas peças impressas para a Fundação Unhate, criada pela própria empresa, a Benetton fez montagens de personalidades que representam grupos antagônicos, ou líderes de países com algum tipo de disputa, se beijando.
As reações foram desde ameaça da Igreja Católica de processar a Benetton até censura da China, passando por uma acusação de plágio da agência chilena La Firma. Segundo a agência do Chile, a ideia foi criada em 2006 para uma marca de adoçante, e foi escolhida pelo jornal francês Le Monde como uma das melhores do ano.
Toda essa campanha faz lembrar as famosas fotos do publicitário italiano Oliviero Toscani. De 1982 à 2000, ele foi responsável pelas campanhas da Benetton. A marca tinha uma linha criativa nos anos 1980 de mostrar imagens coloridas de um mundo multirracial que mostravam a profusão de cores da marca tinha em seus produtos.
Mas foi nos anos 1990 que a marca italiana de roupas fez barulho. A linha da campanha mudou de fazer uma relação com o produto e passou a ser de ser provocativa, e começou a abordar temas como Aids, racismo, Guerra do Golfo, condenados ao corredor da morte, entre outros.
A Benetton está estagnada há tempos. Não cresce, só tem duas coleções por ano, rede varejista complicada e falta de variedade de produtos. Segundo o WSJ, essa campanha não é apenas para incentivar a aproximação entre as pessoas, mas é parte inicial de um plano para recuperar a empresa.
Hoje em dia, esse tipo de polêmica não tem a mesma potência que tinha na época de Oliviero. Muitas marcas de roupas se inspiraram no que a Benetton fez durante os anos 1990 e já fazem campanhas polêmicas. A conterrânea Diesel fez ano passado a campanha Be Stuped. Outras marcas lançaram campanhas com conceito “Fuck” e mostrando modelos anoréxicas.
O que torna essa campanha barulhenta é que a Benetton tem um histórico de polêmicas, e mostra o Papa beijando um líder muçulmano entre outros lideres beijando outros lideres antagônicos.
A Benetton conseguiu o que queria: Barulho e repercussão. Conseguiu irritar a Igreja, a China e a Casa Branca. Só que essa campanha não tem algo a mais. Nas imagens de Oliviero, existia um pano de fundo. A denúncia do drama da Aids, o racismo, entre outros.
Esse propósito de acabar com o ódio entre todos é muito superficial. Ok, vivemos uma época complicada. Crise, desemprego – os europeus vivem a procurar emprego e só na Espanha são 20% de desempregados. Mas esse combate ao ódio é muito abstrato, não há algo tangível como, por exemplo, uma doença como a Aids.
A ideia de voltar a fazer barulho com uma polêmica, com a suposta desculpa de promover a convivência pacífica entre as pessoas, não teve a mesma qualidade e cuidado artístico do trabalho anterior. Essa é apenas uma fotomontagem no Photoshop.
Como momento nostálgico é até bom, pois gostava muito daquela campanha. Só isso.
Mais aqui.
A Importância da Emoção na Propaganda
O Brasil é um país latino, e como todo país latino o lado emocional é muito importante e representativo. A nossa propaganda fez várias campanhas apelando para esse lado. Exemplos temos as campanhas do extinto Banco Real, da morte do telefone, meu primeiro sutiã, entre outras.
Nos últimos tempos, a propaganda tem feito comerciais que não exploram o lado emocional. São campanhas que geralmente abordam apenas os benefícios dos produtos/ serviços. Como o varejo se tornou peça chave para a propaganda, o mais importante se tornou informar sobre as funções, preço, etc.
Peguemos como exemplo o lançamento do Malibu da GM no ano passado. Como todos os sedans médios/ grandes, eles colocam um cara de terno para fazer o comercial. O comercial aborda as características e benefícios do carro, tais como a potência, o câmbio, o freio de emergência, e no final do filme um cara sai do carro e chuta uma bola. Não há nenhuma emoção.
Malibu, para quem não sabe, é a praia de Holywood, a praia dos famosos e milionários americanos – o dono da Oracle Larry Ellison tem 12 casas na praia. O carro parte de R$ 90 mil. Quem tem esse dinheiro sabe muito bem que o nome do carro remete ao da praia famosa. Eles podiam usar isso para lançar o carro, sair da mesmice de sempre usarem homem executivo nas campanhas de carros médios/ grandes. Podiam usar a música da banda Hole chamada Malibu como trilhas. Enfim, as possibilidades eram enormes, mas preferiram ficar com o de sempre.
O estranho é que a própria GM lançou um filme extremamente emotivo em 2006 no lançamento do Prisma. No filme um homem encontra fatos marcantes em sua vida, como as coelhinhas da Playboy, o Chuck (do filme Brinquedo Assassino), Fofão, A banda de rock que ouvia na adolescência, entre outros. O conceito da campanha é o “Seu Primeiro Grande Carro“.
Outra marca que mexeu muito com emoções nas campanhas é a Apple. Todos se lembram do comercial de lançamento do Mac (1984), mas em 1997 eles lançaram um verdadeiro ícone da comunicação, a campanha Think Diferent. O comercial de lançamento na verdade era um manifesto para as pessoas que “Pensam Diferente“
Here’s to the crazy ones. The misfits. The rebels. The troublemakers.
The round pegs in the square holes. The ones who see things differently. They’re not fond of rules. And they have no respect for the status quo.
You can quote them, disagree with them, glorify or vilify them. About the only thing you can’t do is ignore them.
Because they change things. They push the human race forward.
While some may see them as the crazy ones, we see genius.
Because the people who are crazy enough to think they can change the world, are the ones who do.
Recentemente uma campanha saiu da mesmice. No lançamento da nova moto Transalp, a Honda fez um comercial que é pura emoção.
No filme para a moto Transalp, a marca pergunta quando chegar o dia de em que viver só de lembranças, quais serão as lembranças:
Quando chegar o dia em que você viver apenas de lembranças, de que lembranças
Você vai querer viver?
Das escadas que não subiu?
Das praias que não mergulhou?
Das grutas que não desbravou?
Dos beijos que não roubou, ou se deixou roubar?
Das portas que não abriu?
Das histórias que não conheceu?
Das que não viveu? Das que não contou?
Viva.
Viva para ter o que lembrar.
Pois vai chegar o dia em que a sua maior riqueza serão as lembranças.
E são elas que te manterão vivo
A moto Transalp é uma big trail – moto de aventura, para trilhas, estradas de chão batido e asfalto. A ideia do comercial não é nova, já foi usada outras vezes, mas não deixa de ser muito bom, com uma produção impecável é tão bom que da vontade de comprar uma moto dessas.
A Câmera e a Impressora do Século XXI
As impressoras e as câmeras digitais são muito usadas hoje em dia, mas elas são muito iguais no design e na forma de uso com as máquinas lançadas nos anos 1990. Mas esse ano surgiram dois protótipos que prometem revolucionar a forma dos aparelhos.
Começando com a impressora SWYP (See What You Print) da americana Artefact. Uma mistura de tablet e impressora, a SWYP pode por exemplo fazer pequenas edições em fotos, entre outras funcionalidades.
Já a câmera Lytro é uma pequena engenhoca que não tem todos os botões de uma câmera reflex, ela tem apenas um visor de 1,46 polegadas e um botão. Ela capta 11 milhões de raios de luz e faz o trabalho depois. É possível criar uma foto do zero, alterando o foco da imagem de acordo com sua vontade, por exemplo.
Ambos produtos não estão a venda ainda. Apenas a Lytro está disponível para vendas nos EUA com entrega para 2012, enquanto a SWYP é ainda apenas um protótipo.
As duas criações são muito interessantes, principalmente a impressora SWYP, pois pelo vídeo a sua funcionalidade é muito simples. Para imprimir uma foto, por exemplo, não há a necessidade de se usar um computador, pois ela acaba fazendo as vezes do mesmo.
Quanto a câmera, a idéia é excelente, mas seu sucesso depende da facilidade do uso.
Via Brainstorm9 e Artefact
Nissan e os Pôneis
Já falei algumas vezes aqui no blog sobre as recentes campanhas da marca de carros Nissan. Tudo começou no ano passado com um comercial da mini van Livina, em que atacavam os concorrentes. Depois, foi a vez de cutucar a Toyota e VW, além do Rap da Ford.
A última foi dos Pôneis Malditos, em que um homem atola a picape na lama, e reclama da potência do veículo. O vídeo na web ainda vinha com uma mensagem, em que um dos pôneis roga uma praga: se não enviar o vídeo para dez pessoas, você fica com a música na cabeça para sempre.
O comercial foi tão polêmico que foi gerou mais de 30 queixas no CONAR.
Mesmo assim, os resultados foram excelentes: as vendas totais da marca japonesa cresceram 81%. Só da Frontier – produto promovido na campanha dos pôneis – houve aumento de 110%. O que teve maior aumento foi o Sentra.
Apesar de ser nova no Brasil, a Nissan já fez campanhas muito boas – além das últimas – mas sem a mesma agressividade. No lançamento do Sentra em 2007, eles criaram a banda The Uncles! que parodiava uma banda da Jovem Guarda e brincava com os carros da mesma categoria.
Geralmente as campanhas de carros aqui no Brasil nos últimos tempos tem sido muito “quadradas”. Quem se destaca mesmo é a Nissan.
Lata Copo
De tempos em tempos surge um produto que tem tudo para chamar a atenção dos consumidores. São simples inovações que facilitam a vida, ou criam um desejo no público final. Foi isso que aconteceu com o novo lançamento da Brahma, a lata copo.
A marca da AmBev lançou um tipo de lata em que a tampa sai completamente e vira um copo. A inovação foi desenvolvida depois de pesquisas que detectaram que o consumidor gostava da praticidade da lata mas preferiam tomar cerveja em um copo.
O lançamento será nesse fim de semana com um filme em rede nacional, entretanto a campanha começou há mais de uma semana com um filme teaser, e outras ações como uma sobre capa na Isto É Gente.
O conceito da campanha segue o mote do casamento do copo e da lata e foi inspirado no casamento real do ano, entre o Príncipe William e Kate Middleton.
É muito bom ver essas novidades. Muita gente fala em inovações, mas fazem algo muito complicado, enquanto que uma simples idéia pode mudar tudo.
A campanha foi criada pela África.
O Retorno dos Anos 90
A grande influência cultural da primeira década desse século foram os ano 80. Bandas como Franz Ferdnand, Killers, Strokes e Arctitc Monkeys se inspiraram em movimentos como o pós-punk e o indie rock – além de várias outras bandas terem voltado a se apresentar ao vivo. No cinema, vários filmes de sucesso tiveram refilmagens, como por exemplo, Karate Kid, ou então continuações, caso de Indiana Jones 4. Além de festas que acontecem até hoje como a Trash 80.
Agora parece que essa década será a dos anos 1990. Vários ícones culturais estão retornando aos poucos.
Estreou ontem um novo filme da franquia Pânico – Pânico 4 -, com Neve Campbell. O filme retoma a idéia do primeiro, onde um assassino aterroriza a pequena cidade de Woodsboro. Além desse filme, outros como Arquivo X tiveram continuação.
Na música algumas bandas voltaram como Stone Temple Pilots e Blink 182. Além disso, várias bandas independentes são influenciadas pelo rock britânico e o alternativo americano dos anos 90, como a paulistana Single Parents, que está gravando seu primeiro álbum.
Apesar de não ser especialista em moda, não podemos negar a profusão de camisas xadrez que tem tomado conta das ruas. Para quem não se lembra, essas camisas eram o uniforme oficial do movimento grunge.
Na propaganda, alguns vídeos que ficaram eternizados nos anos 90, tiveram refilmagem, como o da Axe no Elevador, e inspiram novos filmes.
É bom ver que o que aconteceu nos anos 90 seja valorizado, de uma década que é subestimada. Fala-se muito de Nirvana como a única coisa boa dos anos 90. Mas tivemos ótimos filmes e bandas. Que os anos 90 tenham seu reconhecimento.
Os EUA Sabem Se Promover
O Presidente dos EUA Barack Obama visita esse fim de semana o Brasil. E para melhorar a imagem dos Estados Unidos aqui, a Embaixada americana faz um barulho gigante nas redes sociais. Tem até promoção.
A página da Embaixada no Facebook abriu um espaço para mandar uma mensagem de boas vindas à Obama. Quem deseja boas vindas participa de uma promoção, e pode ganhar um iPad, um iPhone e lembranças de Obama – como camisetas, etc. Foi criado um hotsite da visita, o Obamabr.com.
Ainda no Facebook há dezenas de fotos de Obama e família no Brasil, tudo atualizado via smartphones. Há também atualizações de fotos no Flickr da Embaixada. No Twitter, notícias da visita são postadas frequentemente, e até há uma interação com os usuários do site.
No intuito de melhorar a imagem dos EUA aqui – depois do desastre que foi o Governo Bush – a Embaixada fez uma promoção da visita do Presidente americano muito boa – dada as devidas limitações que uma embaixada tem. Melhor que muitas empresas fazem com seus produtos, e melhor que muitos eventos aqui.
Os americanos sabem promover eventos e se promover. Para se ter uma idéia, o principal evento esportivo dos EUA, o Superbowl, há shows antes e durante o evento. Nas 500 milhas de Indianápolis, os fãs tem a chance de conhecer mais de perto os pilotos e os carros, não só durante o fim de semana da prova, mas durante quase um mês.
Na Europa ninguém consegue chegar perto, nem a Champions League. Aqui, mal conseguimos fazer um campeonato nacional. Nós deveríamos aprender marketing um pouco mais com os EUA.
E não é que deu certo; ou como a Nissan faz para crescer.
Com uma avalanche de marcas que surgem de todos os países do mundo –a invasão agora é da China – o mercado brasileiro de carros está passando por transformações importantes. Mas para chamar a atenção do consumidor, não basta ter carros e preço competitivo. É preciso ser, de certa forma, ousado para conseguir “laçar” o cliente.
A Nissan conseguiu. Com uma estratégia que vai desde o corte de preço ao pagamento do IPVA e do emplacamento, a marca japonesa – com fábrica no Paraná – conseguiu crescer 54% as vendas no Brasil (reportagem da revista Exame de 23/02).
Mas são os anúncios que mais contribuíram para o aumento das vendas. Os comerciais atacam abertamente a concorrência. Primeiro foi com as minivans – com duas séries de comerciais, onde os alvos foram o Fiat Idea, Honda Fit e Chevrolet Meriva – , depois as picapes, da dupla sertaneja Railuque e Mailoque – estocada na Toyota Hilux e VW Amarok
Agora, depois de bater na Fiat, Honda, GM, Toyota e Volks, chegou a vez da Ford com o vídeo dos Rappers. No clipe, que passou ontem no Telecine, e está na Internet, dois “engenheiros” da marca americana cantam tirando uma com a cara dos consumidores que decidiram comprar um Ford Focus hatchback ao invés de um Nissan Tida.
Esse tipo de comercial é muito comum lá fora, principalmente nos EUA, onde a própria Nissan conseguiu crescer enchendo a Honda e a Toyota. Não por acaso, o responsável por essas campanhas nos EUA, é o atual CEO da Nissan no Brasil, o francês Christian Meunier.
O resultado nesses oito meses de campanha é um conhecimento maior do consumidor de que a marca Nissan existe, e o seu respectivo aumento. Mas esses comerciais são limitados. É preciso pensar nos outros P’s do marketing. A produção de carros da Nissan no país é limitada – divide uma fábrica de 60 mil carros/ ano com a Renault –, sua rede de concessionárias não chega à metade do que a Fiat, GM e VW tem, e falta um carro compacto para bater com o Uno e o Gol – isso vai acontecer esse ano com a importação do March vindo do México.
A Fórmula da Coca-Cola é A Marca
O site de uma rádio americana disse ter descoberto a fórmula do refrigerante mais consumido do mundo, a Coca-Cola. Segundo site, a receita foi descoberta em uma foto que saiu no jornal Atlanta Journal-Constitution na edição de 8 de fevereiro de 1979.
O site do This America Life diz:
The formula for Coca-Cola is one of the most jealously guarded trade secrets in the world. So we were surprised to come across a 1979 newspaper article with what looked like the original recipe for Coke. Talking to historian Mark Pendergrast, author of For God, Country and Coca-Cola, we were even more surprised when we found reasons to believe the recipe is real.
Verdade ou não, a verdadeira fórmula da Coca é a marca. Qualquer blind test prova que a Pepsi é melhor.
Quem estuda marketing sabe de cor e salteado a história da New Coke. Nos anos 1980 a Coca estava perdendo mercado para a Pepsi, e então decidiu criar um novo refrigerante para competir com a eterna rival. Depois de lançado o novo refrigerante fez um sucesso inicial, mas logo os antigos fãs da marca de Atlanta ficaram furiosos, e a empresa teve que relançar o antigo refrigerante com o nome de Coca-Cola Classic.
Quem bebe Coca-Cola não bebe o líquido, não bebe a fórmula, e sim a marca. A marca é a grande estrela, é mais valiosa do mundo – segundo a Interbrands - há mais de dez anos. Portanto, a fórmula pode ser divulgada, e ela continuará sendo a segunda bebida mais consumida do mundo, só perdendo para a água.
O Rei da Inglaterra, Mark Zurkerberg e John Wayne Vão Ao Oscar
Estreou nessa sexta, dia 11/02, o filme que é o favorito para ganhar o Oscar, o Discurso do Rei sobre a luta do rei inglês George VI, que era gago, para falar em público. O clímax do filme é quando o rei faz o discurso à nação na declaração de guerra à Alemanha nazista de Hitler.
Abaixo a lista dos indicados à melhor filme:
- “Cisne Negro”
- “Bravura Indômita”
- “A Rede Social”
- “Toy Story 3″
- “A Origem”
- “O Discurso do Rei”
- “O Vencedor”
- “127 Horas”
- “Minhas Mães e Meu Pai”
- “Inverno da Alma”
Todos achavam que A Rede Social iria ser o grande favorito com a maioria das indicações, e repetir o que ocorreu no Globo de Ouro onde ganhou o prêmio de melhor filme de drama. Mas eis que surge o Discurso do Rei, com 12 indicações – se ganhar as doze pode igualar os filmes Senhor dos Anéis (O Retorno do Rei), Titanic e Ben-Hur – e o remake de Bravura Indômita dos irmãos Cohen, com Jeff Bridges no papel que foi de John Wayne – papel que lhe deu seu último Oscar.
Dos dez filmes que disputam o prêmio de melhor filme, assisti quatro: A Rede Social, A Origem, O Discurso do Rei e Toy Story 3. Desses, o melhor, sem dúvida nenhuma, é A Origem, de Christopher Nolan – diretor dos últimos dois filmes do Batman. Muito provavelmente, A Origem só receberá prêmios técnicos.
Quem tem reais chances de ganhar o Oscar de melhor filme, são O Discurso e Bravura Indômita. Corre por fora Rede Social. Já o Oscar de melhor atriz, Natalie Portman é favorita, pela atuação em Cisne Negro. O Oscar de melhor ator está entre Javier Barden, de Biultiful, Colin Firth, de O Discurso do Rei, e Jeff Bridges por Bravura Indômita.













